No dia 26/11 a Laís começou a tossir, levei-a ao pediatra, fez radiografia, inalação e começou o tratamento por cinco dias, não resolveu o problema, após tomar o remédio pelo período estipulado pelos médicos ela continuou com as crises de tosse, novamente fomos a outro pediatra, radiografia, inalação e o remédio foi trocado por mais um período de seis dias.
Na semana seguinte ela tinha consulta de rotina, onde levei todos os exames, receituários e informei o que estava acontecendo. O médico fez os exames de rotina na bebê e olhou as radiografias.
Porém, ao final da consulta ela teve uma crise de tosse, culminando em falta de ar, e o médico ao verificar como ela ficava com as tosses diagnosticou COQUELUCHE.
Prescreveu antibiótico Eritromicina e Aerolin, e informou que se ela tivesse febre, aumento das crises, qualquer piora no quadro que a levasse ao pronto socorro.
No dia 04/12, as crises aumentaram muito ficando cianótica por um longo período, no horário que o pai chegou fomos levá-la ao Hospital, decidimos pelo Metropolitano Butantã.
Em consulta levei todos os exames e o último diagnóstico, o médico prescreveu uma inalação e simeticona para gases e após retornar com ele.
No retorno ele estava prescrevendo novas medicações e continuar com o antibiótico, até que a Laís teve uma nova crise e ao vê-la falou que não tinha como deixá-la ir embora daquele jeito, tinha que internar.
Foram momentos de muita angustia, preocupação e tristeza, pois eu tinha lido na internet informações a respeito dessa doença, e em bebês é muito grave sendo o índice de mortalidade muito alto.
O desespero tomou conta, pois o medo de perde-la era muito grande. Fizemos a internação, ficamos na sala do PS e fizeram os procedimentos (pegar veia e colocar no soro) e a liberação só saiu na madrugada, fomos para o quarto.
Foi instalada a medicação e o outro médico da madrugada prescreveu ROSSEFIN, quando eu vi indaguei a enfermagem, pois sabia que essa medicação é para quem esta com problema no pulmão, o que não era o caso da Laís.
Porém, a enfermeira retornou informando que essa medicação também servia para tratar Coqueluche.
Somente no horário da manhã quando a outra médica passou e mudou toda a medicação, prescrevendo CLARITROMICINA via oral.
Clamava a Deus todos os dias e a todo instante pela recuperação da minha pequenina.
A Laís ficou internada por cinco dias, tendo alta no dia 08/12/12, com poucas crises e podendo continuar a medicação em casa. O antibiótico ela tomou até completar dez dias e esta tomando BROMOPRIDA para evitar refluxo é necessário ficar sempre elevada. Graças a Deus tivemos atenção muito grande do pessoal da enfermagem que sempre me atendiam.
O pediatra dela me falou que as tosses podem durar até 3 meses, ela ainda tosse e as vezes engasga, mas já não fica mais "roxa".
Já esta passando e falta pouco para terminar tudo (22/01/13).

Nenhum comentário:
Postar um comentário